terça-feira, 22 de outubro de 2013

Notícias da África

Notícias da África
José Bonifácio ouvia e anotava informações sobre geografia e cultura africanas que lhe eram transmitidas por escravos


José Bonifácio d'Andrada e Silva
Retrato a óleo por Dácio Rodrigues Vilares
Museu Histórico do Rio de Janeiro, Brasil

Numa carta de 30 de novembro de 1826, José Bonifácio de Andrada e Silva dava, de Talance, a Antônio de Menezes Vasconcellos de Drummond (1794-1865), em Paris, instruções sobre a publicação de uma “Notícia do interior da África e curso do Níger”: que fosse entregue ao Journal Géographique ou aos anais de viagens de Malte-Brun e Eyriès. Quatro meses depois voltaria ao assunto, dando ao amigo poder para reduzir o artigo, como queriam as revistas. O texto de José Bonifácio nunca foi publicado ou está esquecido nas páginas de alguma revista francesa. Tampouco se sabe onde repousa o original manuscrito. Conhecemos, contudo, parte do seu conteúdo, porque Menezes de Drummond – era assim que assinava – publicou em dezembro de 1826, no Journal des voyages, découvertes et navigations modernes, um longo trabalho em francês intitulado “Cartas sobre a África antiga e moderna”, no qual se refere a Andrada e aos comentários que este estava escrevendo sobre o périplo de Hanon (cartaginês que teria, no século V a.C., navegado ao redor do continente africano).

Drummond afirma dever a José Bonifácio noções preciosas sobre o curso do Rio Níger, obtidas em 1819, durante conversas com seis escravos hauçás. O Andrada tomara a iniciativa desses diálogos porque, tendo muito meditado sobre o assunto, estava convencido de que o Níger (nome que os europeus deram ao curso superior do rio, a única parte que precariamente conheciam) não ia desaguar num grande lago em Uângara (que não se sabe onde ficava, se é que ficava em algum lugar), onde os calores o fariam evaporar, nem formava um braço do Nilo, nem era as hipóteses então mais sustentadas na Europa. Suao alto Zaire ou Congo convicção se fortalecera com o que lhe dissera o escravo Francisco, que qualifica de homem inteligente, sábio e probo. Francisco, um ulemá, um letrado muçulmano que havia sido professor em seu país, lia e escrevia fluentemente o árabe, bem como o hauçá. E da língua hauçá ele faria para José Bonifácio um pequeno vocabulário, com 75 palavras, com o qual Drummond encerrou o artigo. Comparando-se esse vocabulário com um dicionário moderno de hauçá, não se notam mais do que ligeiros desvios. Um exemplo: pharsi, na transcrição de Bonifácio, seria farcè, e não se traduziria por “um dedo da mão”, mas por “unha”.

A maior parte do resumo de Drummond é formada pelas respostas que os escravos deram às perguntas de José Bonifácio. Nele mostra-se a curiosidade do brasileiro, seu respeito pelos interlocutores e o cuidado com que anotou o que lhe disseram. Os hauçás Mateus, José, Bernardo, Bento, Bonifácio e Francisco contaram ao Andrada como eram suas terras, de que montanhas e rios ficavam próximas, e o que sabiam sobre o Níger, para eles, o Gulby, que mais adiante se chamava Kwara.

Mateus, que fora aprisionado numa batalha pelos fukahis (fulanis ou fulas), disse ter nascido em Berni-Daurah, ou seja, no birni (cidade fortificada) de Daura, uma urbe de casas de barro com tetos planos. Suas muralhas tinham seis portas e continham seis mil habitantes. Kano e Zamfara ficavam próximas, e gastavam-se 35 dias a cavalo para ir de Daura à capital do reino de Bornu. Nessa cidade, era intenso o comércio, destacando-se o de uma seda especial, produzida por um inseto criado numa árvore chamada samiah. Não seria esse inseto aquela mesma aranha responsável pela seda que usavam os axantes nos seus panos do tipo kente?

Nem sempre conseguimos identificar os topônimos e etnônimos registrados por José Bonifácio, ou porque os ouviu mal, ou porque não correspondem aos anotados pelos viajantes ou hoje usados, ou ainda porque se referiam a aldeias que não ganharam lugar nos mapas. Não logramos, por exemplo, saber que grande cidade, com quatro portas e muralhas de tijolos, era a Tabaran onde nasceu o hauçá José. É provável que fosse Nupe o lugar, Nofeh, onde ele estava trocando sal e conchas por escravos e panos de algodão quando foi capturado, pois nufe é a palavra que os hauçás dão para nupe ou tapa. Dali José seguiu para o Iorubo, para Katango (ou Catunda, outro nome de Oió) e para o litoral. Disse conhecer o país de Zegzeghis (ou Zazau), cuja capital, Zaila (Zaira), ficava a três dias de marcha da sua terra natal.

Bernardo era natural do reino de Gobir, que descreve como uma cidade grande, amuralhada, com vários fortes e defendida por soldados de cavalaria e infantaria. Tinham por armas a espada e o arco e flecha, mas os que guardavam os fortes possuíam fuzis. Os cavaleiros empunhavam a azagaia ou a lança. Bernardo contou a José Bonifácio que fora feito cativo quando comerciava sal num lugar chamado Fugah, e dali conduzido a pé, durante quase meio ano, até um porto no Atlântico, Agaey (provavelmente Ágüe), onde o embarcaram para o Brasil.

Bonifácio nascera numa aldeia, Kabih, no reino de Zamfara. De sua capital, com o mesmo nome, disse que era grande e murada apenas num lado. Nela havia várias mesquitas, onde os imames explicavam o Alcorão. Os mouros traziam para Zamfara, entre outras mercadorias, o ouro de Tombuctu (na grande curva do Rio Níger). E o povo alimentava-se de arroz, milhetes, feijão, abóbora, carne de vaca, cabra, carneiro e elefante. Interrogado sobre o Níger, respondeu que na língua hauçá chamava-se Gulby, mas que, depois de percorrer o país de Zamfara e o lago de Kaduna, tomava o nome de Kwara, que era também o do país vizinho a Calabar (isto é, ao delta).

Interrogado sobre as partes da região que havia percorrido, respondeu que conhecia Katsina, Mali, Gana, Bornu, Daura e Kano, assim como Tombuctu, uma cidade onde os nobres e ricos passeavam a cavalo, vestidos de branco ou de um azul quase negro. Acrescentou que em Tombuctu trabalhavam carpinteiros, ferreiros, tecelões, alfaiates, ourives e vários outros tipos de artesãos. E que na área havia minas de ouro.
Bonifácio fora capturado pelos fulas de Bauchi, que o levaram para Tombuctu. De lá, desceu o Níger de piroga até Yerabah (o país dos iorubás, nome que os hauçás davam aos oiós e, naquela época, só aos oiós). Seguiu depois por terra até o forte de São Jorge da Mina, onde o venderam para o Brasil. A viagem inteira durou seis meses.

Bento não se abriu com José Bonifácio ou não tinha o que contar. Dele ficamos sabendo muito pouco: onde nasceu e que também fora capturado pelos nupes, levado em canoa Níger abaixo e passado por Borgu e pelo Iorubo antes de chegar ao mar.


Arquitetura hauça de Kano, Nigéria.

Em compensação, com Francisco a conversa foi a de um sábio formado na Europa com outro sábio, educado na África. Francisco nascera em Toobah, uma cidadezinha do reino de Kano, com quatro mil habitantes. Ele informou a José Bonifácio que o Gulby, ou Joliba, era o mesmo rio que tomava o nome de Kwara e ia desaguar no oceano.

Antes de ser capturado e vendido, Francisco fizera parte de uma caravana de 160 camelos, que fora a Tombuctu comerciar cavalos, roupas e escravos. O primeiro reino por que passou, na rota de Kano a Tombuctu, foi Daura. Dirigiu-se depois para Chaschena (que só pode ser Katsina), Zamfara e outras cidades e aldeias, antes de ter de atravessar, durante um mês, uma vasta planície desértica. Alojou-se em Tombuctu para vender suas mercadorias e adquirir roupas de seda, ouro, espadas e fuzis. Aprisionado na viagem de volta, foi conduzido para Sansany, sobre o Níger, e depois para Oió e Ico, onde foi comprado por um português, que o levou para Aguê e em seguida para o Brasil. O percurso da captura ao embarque durara três meses.

Na Hauçalândia capital (a que cidade se referiria?) era muito grande, cercada de muralhas, nas quais se abriam sete portas. O palácio do rei era de taipa, com teto plano. Os soldados de infantaria estavam armados de arco e flecha e de espadas, e os cavaleiros, de azagaias. Ali se faziam tecidos de algodão que tingiam de negro, e existiam oficinas de carpinteiros, ourives, seleiros e outros artesãos. No campo, cultivavam-se trigo, milho, três espécies de milhetes, melancia, batata- doce, arroz, cebola, alho e aipim. Possuíam bois, camelos, cavalos, mulas e jumentos. Nos arredores havia elefantes, dos quais comiam a carne, hipopótamos, antílopes, porcos selvagens, leões, panteras e zebras. E na cidade havia várias mesquitas.

Francisco descreveu Tombuctu como uma cidade enorme, envolta por muralhas de pedra e barro e guarnecida de peças de artilharia. Seus soldados usavam mantos com capuz, ou seja, albornozes. Explicou que o rei tinha três mulheres e seus vassalos, outras tantas. Para lá acorriam mercadores de muitas nacionalidades, inclusive mouros, bem como numerosos ulemás, que não traziam nada para vender, mas esmolavam, explicavam os sonhos e prediziam o futuro.

De suas conversas com os seis escravos, José Bonifácio concluiu que Níger, Joliba, Gulbi e Kwara eram um só e único rio, que nascia nas montanhas do Futa Jalom e ia dar ao Atlântico naquele enorme delta conhecido dos portugueses desde o fim do Quatrocentos. Soube a verdade sem ir à África, aprendendo com aqueles que mais conheciam o grande rio: os hauçás, mestres do comércio a distância, que tinham no Níger o grande eixo de onde desciam até as florestas as múltiplas rotas de suas caravanas. A maioria deles jamais percorreu toda a extensão do rio. Mas era como se o tivesse feito, pois de seu curso sobravam as notícias, nas longas conversas nos mercados, quando hauçás contavam a outros hauçás as suas peripécias de viagens.

A atitude de José Bonifácio difere do modo de proceder daqueles exploradores que, no fim do século XVIII e início do XIX, se aventuraram a percorrer o Níger, com o objetivo de lhe descobrir o curso e a foz. Mungo Park (1771-1806), por exemplo, jamais indagou a seus companheiros africanos onde desaguava o rio. Se o fez, não anotou a resposta, talvez por dela desconfiar, vinda de quem considerava bárbaro. Drummond destaca uma exceção: o explorador Giovanni Battista Belzoni (1778-1823), que acreditou nas informações que lhe foram dadas por africanos de que o Níger que passava por Tombuctu era o mesmo rio que desaguava num grande delta no golfo do Benim. Belzoni pensava em fazer o percurso contra corrente, delta acima. Morreu em 1823, em Gwato, Hugató ou Ughoton. Seria somente em 1830 que os irmãos Richard e John Lander, ao descerem o rio desde Bussa até o início do delta, confirmariam o que José Bonifácio, por volta de 1819, tinha por certo.

.:: Alberto da Costa e Silva
Revista de História da Biblioteca Nacional

Circuncisão entre Zulus e Xhosas

Circuncisão entre Zulus e Xhosas
Em tempos idos, a circuncisão era uma prática generalizada entre as tribos da África do Sul.


Adolescentes participam de ritual de circuncisão na tribo Xhosa.

Obrigatório nos ritos de iniciação dos jovens, a circuncisão era o elemento mais característico e marcava a passagem da adolescência para a idade adulta. Após a iniciação, o jovem podia iniciar os preparativos para constituir família. Retirados das suas famílias, os candidatos eram conduzidos a um lugar isolado. Aí eram submetidos a várias provas físicas para testar a sua força física e mental. No momento oportuno, o responsável pela iniciação procedia à circuncisão, usando uma faca de casa e pouco mais. Os jovens permaneciam incapacitados durante três semanas e eram frequentes as complicações.

Cultura adapta-se

Esta espera obrigatória forçou Shaka Zulu a proceder à abolição desta prática. Há 100 anos, o guerreiro Shaka tinha pretensões expansionistas. Ambicionando alargar o seu império, sub-alternizou tudo à sua política. Três semanas de convalescença eram demasiado longas face às campanhas de guerra, que não podiam esperar, especialmente durante o Inverno, a época seca naquelas paragens. Não tardou a resistência de alguns anciãos que temiam pelo abandono das tradições e da cultura. A abolição da circuncisão era vista como uma afronta à identidade da tribo. Porém, o carisma de Shaka era enorme e a adequada execução sumária de alguns oponentes, bem ao seu estilo, fizeram esquecer esta prática ancestral. Shaka não subverteu a “cultura”; “adaptou-­a” às novas exigências sociais. Como homem carismático que era, a sua visão expansionista não tolerava empecilhos.

Xhosas mantêm-se fiéis

Hoje em dia, entre as grandes tribos sul ­africanas só os Xhosas praticam a circuncisão. E não é por acaso. Ocupam o Cabo Oriental, a zona mais remota e abandonada da África do Sul. Pacíficos como são, os Xhosa procuram manter as suas tradições para garantir a coesão tribal e a paz social. O seu território continua imutável no tempo, com praias invejáveis embelezadas pela floresta virgem e luxuriante ao longo da costa. As suas tradições continuam vivas, inclusive a circuncisão. Em 2008, mais de 90 jovens tiveram de ser internados, mas as complicações também persistem em hospitais. Alguns deles sofreram amputações genitais e, pelo menos, 22 morreram. As autoridades sanitárias da província ameaçam os operadores ilegais e os pais dos jovens podem ser condenados a seis meses de prisão ou a pagar uma multa pesada.

Controvérsia e indiferença

Não falta quem sugira que a prática seja realizada nos hospitais ou pelo menos em lugares limpos, sob o controle médico. Além disso, praticado em geral durante o Inverno, o ritual impede que os alunos façam os exames invernais, causando graves prejuízos. Curiosamente é do Cabo Oriental que têm vindo grandes líderes, no passado e no presente. Homens como Walter Sisulu, Stephen Biko, Nelson Mandela, Govan Mbeki, Thabo Mbeki e outros. Contudo a sua presença nas altas esferas do governo não tem trazido benefícios tangíveis para a população, nem para uma abordagem séria da situação.

.:: Fátima Missionária

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Top 10 maiores crimes de corrupção do Brasil

Top 10 maiores crimes de corrupção do Brasil

A revista “Mundo Estranho” da editora Abril trouxe dados preocupantes a respeito dos últimos e maiores escândalos de corrupções presente no governo do Brasil. Os valores dos rombos já surpreendem por si. Mas a revista não relacionou o maior de todos, ao qual a redação do “The Brazilian Post” chama a atenção. Em 1997, no governo de FHC, houve escândalo de corrupção envolvendo a venda da Vale do Rio Doce e a Telebras que deu um prejuízo de R$100 bilhões aos cofres públicos.
Confira o Top 10

 

TOPCrime/EscandalosAnoRombo
10°Mensalão2005R$ 55 milhões
Operação sanguessuga2006R$ 140 milhões
Sudam2001R$ 214 milhões
Operação Navalha2007R$ 610 milhões
Anões do Orçamento1993R$ 800 milhões
TRT/SP1999R$ 923 milhões
Banco Marka1999R$ 1.8 bilhões
Vampiros da Saúde2004R$ 2.4 bilhões
Banestado2003R$ 42 bilhões
Privataria Tucana1997R$ 100 bilhões


 

Top 10 países com mais mortes por uso de drogas


Top 10 países Em matéria publicada pela Revista Super Interessante (Novembro-2012), trás a tona os países onde se concentra a maior percentual de mortes a cada um milhão de habitantes. Por incrível que pareça, não foram os países que legalizam a venda e distribuição das drogas (Peru, Holanda, Portugal), pelo contrário, esses países tiveram redução no consumo. O Brasil ficou em 67° e é um dos países que menos morre pessoas vitimas de drogas (incluindo anfetamina, ecstasy, cocaína, maconha e heroína). Segundo a ONU, no Brasil é levado a óbito 1.2 pessoa a cada 1 milhão.
TopPaísesMortes a cada 1 milhãoLegislação local
Islândia220,7Ilegal, mas sem pena para consumo
Estônia177,2Ilegal, com pena para consumo
El Salvador161,6Ilegal, com pena para consumo
Austrália123,0Descriminalizado
Cazaquistão115,8Ilegal, com pena para consumo
Irlanda114,7ilegal, mas sem pena para consumo
Canadá104,5ilegal, mas sem pena para consumo
Finlândia91,7Ilegal, com pena para consumo
Rússia89,8Descriminalizado
10°Ilhas Seycheles89,1Provavelmente Ilegal
Fonte: Revista Super Interessante – Novembro 2012.


 

Top 10 países com maiores índices de suicídio no mundo

Top 10 países com maiores índices de suicídio no mundo

 
Top 10 paises com maiores indices de suicidio no mundoApós a morte de um dos ícones do rock nacional, Chorão (Charlie Brown Jr), foram levantadas várias possibilidades para a morte dele, e uma das mais aplausíveis, o suicídio. Por uso de drogas ou não, seria muita ignorância dizer que não foi um suicídio. Usar drogas é declarar a morte.
Além disso, a maioria dos casos de suicídio acontece por ingerir substâncias que me determinada quantidade leva a perda da vida.
No Brasil, os casos são raros em comparação a essa lista. Em 2008 foi registrado 4,8 casos a cada 100 mil habitantes.
Confira o top 10 e percebam a semelhança entre a maioria desses países industrializados
Rank Países Casos a cada
100 mil habitantes
Ano
Coréia do Sul31,72011
Lituânia31,62011
Guiana26,42006
Cazaquistão25,62008
Bielorrússia25,32010
China22,232011
Japão21,92012
Hungria21,72009
Sri Lanka21,61996
10°Rússia21,42011


Top 10 países com mais bilionários 2013

A enorme lista da Forbes divulgada essa semana revela 1426 bilionários pelo mundo. Um recorde, nunca houve tantos ricos com uma fortuna de 10 números (bilhão). Isso, sem contar os muitos que estão escondidos, com fortuna igual do Muamar Kadafi que se tornou uma das pessoas mais ricas de todos os tempos sem ninguém saber.
No ranking constaram 200 bilionários a mais que em 2012, e no Brasil surgiram 10 bilionários. Entre eles, Silvio Santos (1107°) e Edir Macedo (1268°). O estudo da Forbes é divulgado anualmente no mês de março e tem como base vários fatores financeiros. Confira os países que mais se destacaram na lista

Top 10 países com mais bilionários 2013

RankPaíses BilionáriosContinente
estados unidos o maior das AméricasEstados Unidos442América
china um dos maiores da ÁsiaChina122Ásia
russia um dos maiores do mundoRússia110 Euro ásia
alemanhaAlemanha 58Europa
india Índia 55Ásia
brasilBrasil46América
hong kongHong Kong39Ásia
TurquiaTurquia43Euro ásia
Reino unidoReino Unido37Europa
10°canada uma das maiores nações do planetaCanada29América


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Top 10 países mais ricos do mundo

Top 10 países mais ricos do mundo (2012)

 
Geralmente os países mais ricos são os mais poderosos que pode influenciar a economia mundial e até decisões importantes, porém depois de uma década, vemos um cenário diferentes. As mudanças ocorrem principalmente com os emergentes subindo muito, enquanto os desenvolvidos, ficam estagnados ou em crise. Confira o top 10 baseado nos últimos PIB (Produto Interno Bruto) divulgado no fim de 2011 dos países mais ricos do mundo:

 

10°

Índia

10.-India- Top 10 países mais ricos do mundo 2012 
Seu rápido crescimento atual do PIB é de USD $ 2.012.760 trilhão conforme previsto para o ano de 2011. De fato, com base nos relatórios, há um crescimento 8,2 por cento ante a 2010. Alguns dos fatores que contribuíram para o seu progresso são os investimentos empresariais, os consumos privado, produtos agrícolas, e seus setores de serviços essenciais.

Rússia

9.-Russia- Top 10 países mais ricos do mundo 2012 
A Russia ganhou o nono lugar com USD $ 2,117.245 trilhões. Um crescimento previsto em 2007, quando foi estabelecidos planos de desenvolvimento econômico que duraria até o ano de 2020.  Assim, o plano é aperfeiçoar-se por causa da média de crescimento anual que atinge 6,7% ao ano em seu produto interno bruto. O alvo inclui desenvolvimentos industriais e outros fatores distribuíveis em setores econômicos.

Itália

8.-Italy- Top 10 países mais ricos do mundo 2012 
Possui um PIB de USD $ 2,287.704 trilhões e, segundo o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional, tornou-se a quarta maior economia da Europa, quando se trata de PIB nominal, uma vez que se diversificaram economias industriais e sua infra-estrutura. É um dos oito membros das nações industrializadas do grupo G8.

Reino Unido

7.-Reino Unido Top 10 países mais ricos do mundo 2012 
Com USD $ 2,603.880 trilhões ganho no final do ano de 2011, o Reino Unido tem uma média de crescimento trimestral do PIB de 0,58%, o que o torna um dos gigantes quando se trata de economia estável, apesar da recessão que atingiu os principais países em últimos anos. Na verdade, ele acelerou no 3 º trimestre de 2011, o que vem principalmente nos setores de serviço, enquanto que detém a terceira maior economia da Europa.

Brasil

6.-Brazil- Top 10 países mais ricos do mundo 2012 
O nosso Brasil acumulou um PIB de USD $ 2,616.986 trilhões antes de 2012 começar e embora houvesse pouco crescimento em 2011, ele ainda conseguiu chegar ao 0,80% de crescimento do PIB, que vem principalmente de seus setores de serviços, fabricação de produtos de mineração, e agricultura. Na verdade, é a maior economia dos países sul-americanos. 

França

5.-France- Top 10 países mais ricos do mundo 2012 
Com USD $ 2,888.907 trilhões registrados no fim do ano de 2011, atingindo um crescimento de PIB de 0,30% antes de terminar 2011. É considerado a segunda maior força econômica na Europa por causa de sua moderna concentração industrial diversificada. Apesar da recessão de 2008 para 2009, teve seu retorno em 2010.

Alemanha

4.-Germany- Top 10 países mais ricos do mundo 2012A Alemanha ganhou um total de USD $ 3,707.790 trilhões, com um crescimento médio de 0,31 por cento e é o país número um quando se trata de o crescimento econômico na Europa. Centra-se na exportação, que compreende da saída de 1 / 3 sobre o crescimento total nacional ou contribuição da economia do país.

Japão

3.-Japan- Top 10 países mais ricos do mundo 2012 
Chegou ao terceiro lugar levando US $ 6,125.842 trilhões, com 0,52% de crescimento médio do PIB antes de fechar 2011. É conhecida por sua competitividade no livre comércio internacional. Na verdade, ele tem mantido sua classificação na lista dos cinco países mais ricos desde os anos 1960, apesar da recente experiência dos tsunamis que destruíram as vidas de muitas pessoas e a maioria das propriedades e outros ativos.

China

2.-China- Top 10 países mais ricos do mundo 2012 
Fechou 2011 com USD $ 7,744.133 trilhões com crescimento médio do PIB de 2,15 por cento. É a segunda maior economia do mundo, atras apenas dos Estados Unidos. É focada em comércio internacional, o seu povo são orientadas para o mercado, e o principal contribuinte para o seu crescimento é encontrado na exportação, que o fez, o maior exportador, e segundo maior importador de mercadorias no mundo.

Estados Unidos

1.-United-States Top 10 países mais ricos do mundo 2012Ele ainda detém o título de maior economia e o seu lucro com base no PIB é de US $ 15,495.389 trilhões. Seu crescimento médio do PIB é de 3,28 por cento. Assim como a China, os EUA também é orientada para o mercado e se concentra em empresas particulares, cresceram, apesar das questões taxa de desemprego devido a recessão que houve nos últimos anos.


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